Sobre o Blog Airumã: Escapadas para Degustações.

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Instigante a possibilidade de me servir da imensa biblioteca global ao alcance dos meus teclado e monitor como ávido consumidor ao mesmo tem...

quinta-feira, 10 de junho de 2021

Fotógrafo Flagra a Imagem Comovente de um “Pai” Cisne que Carrega Filhotes após Morte da Fêmea

 "A tarefa, que já não seria simples ao lado da parceira, se tornou ainda mais difícil dada a "partida" dela ainda no início da caminhada. Terá que trabalhar por dois e enfrentar sozinho os desafios com os quais inevitavelmente se confrontará."

Fonte: Conexão Planeta . Data de visualização: 10 de junho de 2021. Autora: Susana Camargo.

Um jovem pai que se vê, repentinamente, como único condutor de  longa jornada ao lado dos filhos recém nascidos, após a inesperada  morte da mãe.

A tarefa, que já não seria simples ao lado da parceira, se tornou ainda mais difícil dada a "partida" dela ainda no início da caminhada. Terá que trabalhar por dois e enfrentar sozinho os desafios com os quais inevitavelmente se confrontará.

A falta de experiência agrava ainda mais a situação, quem no lugar dele se sentiria seguro quanto a seguir adiante? Como não ter dúvidas sobre estar, ou não, à altura do desafio?  

Diante de tudo isto a atitude do "pai cisne" torna-se comovente, tomou consigo sua prole e, determinado, assumiu o leme e a escolha  dos rumos daqui por diante. 

Vai sim seguir em frente, força e coragem do jovem instigado a fazer algo, neste momento, aparentemente, além de suas possibilidades. Vida que segue, ele vai conseguir.

Espero que gostem.

quarta-feira, 9 de junho de 2021

As Origens no Grego Antigo de Cinco Palavras do Português.

"Eu não sabia que a palavra "Amazonas" tem origem em palavra do grego antigo que se refere ao seio feminino, "masto", como em mastologia e mastectomia. Tampouco conhecia o enredo que levou certo navegante espanhol a nomear com esta palavra nosso caudaloso rio".

Fabuloso este vídeo da BBC News Brasil sobre as origens no grego antigo de palavras de nosso idioma. Já de início menciono a beleza e o charme joviais da apresentadora, Elisa Kriezis, além do belíssimo sorriso. 

Uma deusa grega, nasceu de fato em Atenas, com ares e trejeitos que remetem às belas e educadas universitárias brasileiras. Para arrematar um delicioso sotaque de quem claramente não tem o Português como primeira Língua.

Entretanto, mais importantes foram as surpreendentes revelações e discernimentos com os quais me deparei. 

Eu não sabia que a palavra "Amazonas" tem origem em palavra do grego antigo que se refere ao seio feminino, "masto", como em mastologia e mastectomia. Tampouco conhecia o enredo que levou certo navegante espanhol a nomear com esta palavra nosso caudaloso rio.

A palavra "histeria"  tem como origem a palavra para "útero" no grego antigo e designou durante muito tempo distúrbio na saúde atribuído exclusivamente às mulheres. 


Para os gregos antigos a palavra equivalente a "Escola" significava algo próximo a "hora do recreio", período dedicado ao lazer, ao descanso, à inatividade. Fração do dia melhor aproveitada em local onde estivessem outros, também em recreação, com quem se pudesse ter conversas agradáveis que poderiam ser oportunas discussões entre pensadores.

Não acabou, a palavra "tragédia" vem da palavra para "bode" no grego antigo e "pânico" vem da mitologia sobre o deus Pan. Vá lá esta última relação até que não parece assim tão surpreendente dada a semelhança entre os sons nasais envolvidos, pelo menos quando comparada às quatro anteriores.

Como se fosse pouco Elisa salienta em diversos momentos, de forma secundária e rápida,  relações entre várias outras palavras de nosso idioma com palavras do grego moderno. 

Não percam, vale muito a pena.

    

terça-feira, 8 de junho de 2021

O Dia Mundial dos Oceanos e a Década da ONU da Ciência dos Oceanos para o Desenvolvimento Sustentável.

"É importante voltar a atenção de fração importante da sociedade mundial, entenda-se cidadãos comuns, empresários, ativistas ambientais, cientistas, ...etc, à necessidade de reduzir tanto quanto possível o ritmo dos severos atentados à vida oceânica perpetrados pela humanidade já há algum tempo."


Postagem em página do Portal Terra traz informações importantes sobre iniciativa da ONU relacionada aos oceanos.

Em 2008 a ONU oficializou o dia 08 de junho como Dia Mundial dos Oceanos, 17 anos após a instituição da data na Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento ocorrida no Rio de Janeiro em 1992, a Rio 92.

O ano 2021 é o primeiro da Década da ONU da Ciência dos Oceanos para o Desenvolvimento Sustentável. Trata-se de iniciativa que tem como um dos objetivos estimular atitudes que permitam a convivência harmônica entre o inevitável desenvolvimento humano e a preservação da saúde dos oceanos.

É importante voltar a atenção de fração importante da sociedade mundial, entenda-se cidadãos comuns, empresários, ativistas ambientais, cientistas, ...etc, à necessidade de reduzir tanto quanto possível o ritmo dos severos atentados à vida oceânica perpetrados pela humanidade já há algum tempo.


Algumas frases marcantes:

"A exploração excessiva dos oceanos, pesca predatória, acidificação, elevação do nível do mar (uma ameaça direta a 65 milhões de pessoas que vivem em ilhas), aumento da temperatura, a poluição da água são apenas alguns exemplos de uma extensa lista de problemas que os oceanos enfrentam hoje e causados pelas atividades humanas." 

"As "zonas mortas", regiões sem oxigênio e que são abandonadas pelas espécies marinhas porque não oferecem sobrevivência - quadruplicaram em alto-mar em 50 anos."

O vídeo oferecido não faz parte da matéria no Portal Terra e traz palavras importantes do Secretário Geral da ONU, António Guterres. 

Vale a pena a (muito) rápida leitura.

Ivair Gontijo, Físico Nascido em Minas que nos Ajudou a Aterrizar em Marte.

"Nascido em Moema, pequena cidade no interior de Minas, e  proveniente de família simples, por aqui não pode prescindir das escolas públicas na construção de sua carreira. Realizou o curso técnico em agropecuária em um Instituto Federal, a graduação em Física e o mestrado em Óptica pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais)." 


Ivair Gontijo, aos 60 anos, é um dos cientistas que trabalha no "Laboratório de Propulsão a Jato" da Nasa. Está por lá desde 2006 e prestou contribuições importantes quanto as missões que envolveram os dois rovers já aterrizados em Marte, o Curiosity e o Perseverance, o primeiro em 2012, o outro em 2021.

Nascido em Moema, pequena cidade no interior de Minas, e  proveniente de família simples, por aqui não pode prescindir das escolas públicas na construção de sua carreira. Realizou o curso técnico em agropecuária em um Instituto Federal, a graduação em Física e o mestrado em Óptica pela UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais). 

No exterior fez seu doutorado em Engenharia Elétrica na Universidade de Glasgow, Escócia. Naquele país fez ainda um de seus estágios pós-doutorais na Universidade de Heriot-Watt,  Edimburgo. O segundo estágio foi na UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles). 

No vídeo acima Ivair fala, entre outras coisas, sobre seus trabalhos relativos aos rovers e instrumentos neles embarcados, principalmente quanto aquele recentemente aterrizado. Aborda também o livro premiado que publicou e sua trajetória, além de outros dois projetos da Nasa que evolvem uma nova viagem ao planeta vermelho e outra às cercanias dele. 

Os projetos consistem em missões que complementam a atualmente em curso com emprego do Perseverance e visam trazer à Terra amostras do solo e de rochas marcianas com a finalidade de verificar se houve, ou não, vida microscópica naquele planeta.   

A notável trajetória do mineiro é marcada por determinação, persistência e paciência. Segundo suas próprias palavras foram três décadas desde a decisão sobre um dia chegar a maior e mais importante das Agências Espaciais e o efetivo ingresso há quase 15 anos. 

Ele conta a sua história no livro "A Caminho de Marte: A Incrível Jornada de um Cientista Brasileiro até a  Nasa." Obra distinguida com o Prêmio Jabuti de Livro de Ciências em 2019.

Reportagem completa em página da Revista Pesquisa Fapesp .

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